Oi Pessoal.
Este sábado 02/11 retorno ao Mercadão Campolim com as aulas de gastronomia.
Não Percam!
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sábado, 2 de novembro de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Carne Louca em Pão Italiano
Oi Pessoal.
No intervalo de uma aula, passeando pela internet ví a foto abaixo e achei bem legal postar para vocês a ideia.
No site Tempo de Mulher, a jornalista Fernanda Canto escreve um conto onde um dos personagens é uma carne louca chique.
Pegando carona no conto da fernanda resolvi postar para vocês a receita da Carne louca chique que ela apresenta.
1 colher (sopa) de alho amassado
1 xícara (chá) de cebola picada (150 g)
2 folhas de louro
1 cubo de caldo de carne
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picada
1 xícara (chá) de vinho tinto seco (240 ml)
500 ml de água (2 xícaras de chá)
1 colher (sopa) de molho inglês
½ xícara (chá) de azeitona verde picada (65 g)
½ xícara (chá) de azeitona preta picada (65 g)
½ xícara (chá) de alcaparras (85 g)
1 xícara (chá) de cebola fatiada finamente (100 g)
½ xícara (chá) de pimentão verde fatiado finamente (50 g)
½ xícara (chá) de pimentão vermelho fatiado finamente (50 g)
Salsinha picada a gosto
Preparo
1.Numa panela de pressão, coloque o acém cortado em 3 partes no sentido da largura, alho amassado, cebola picada, folhas de louro, caldo de carne, pimenta dedo-de-moça sem sementes picada, vinho tinto seco, água, molho inglês, azeitona verde picada, azeitona preta picada e alcaparras tampe e leve ao fogo médio por 1 hora contando após pegar pressão.
2.Depois deste tempo, desligue o fogo, retire a pressão, abra a panela e desfie a carne. Volte-a para panela.
3.Coloque cebola fatiada finamente, pimentão verde fatiado finamente e pimentão vermelho fatiado finamente.
4.Volte ao fogo baixo e com uma colher de pau vá mexendo até a carne ficar totalmente incorporada aos temperos e demais ingredientes.
5.Salpique salsa e sirva quente ou frio.
6.O diferencial fica por conta do pão italiano. Retire uma tampa do pão, escave o miolo e preencha o espaço com a carne (retire o excesso de caldo), regue com um bom azeite e sirva em seguida.
Leia o Conto
Abraços.
No intervalo de uma aula, passeando pela internet ví a foto abaixo e achei bem legal postar para vocês a ideia.
No site Tempo de Mulher, a jornalista Fernanda Canto escreve um conto onde um dos personagens é uma carne louca chique.
Pegando carona no conto da fernanda resolvi postar para vocês a receita da Carne louca chique que ela apresenta.
Carne Louca em Pão Italiano
Ingredientes
1 kg de acém cortado em 3 partes no sentido da largura1 colher (sopa) de alho amassado
1 xícara (chá) de cebola picada (150 g)
2 folhas de louro
1 cubo de caldo de carne
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picada
1 xícara (chá) de vinho tinto seco (240 ml)
500 ml de água (2 xícaras de chá)
1 colher (sopa) de molho inglês
½ xícara (chá) de azeitona verde picada (65 g)
½ xícara (chá) de azeitona preta picada (65 g)
½ xícara (chá) de alcaparras (85 g)
1 xícara (chá) de cebola fatiada finamente (100 g)
½ xícara (chá) de pimentão verde fatiado finamente (50 g)
½ xícara (chá) de pimentão vermelho fatiado finamente (50 g)
Salsinha picada a gosto
Preparo
1.Numa panela de pressão, coloque o acém cortado em 3 partes no sentido da largura, alho amassado, cebola picada, folhas de louro, caldo de carne, pimenta dedo-de-moça sem sementes picada, vinho tinto seco, água, molho inglês, azeitona verde picada, azeitona preta picada e alcaparras tampe e leve ao fogo médio por 1 hora contando após pegar pressão.
2.Depois deste tempo, desligue o fogo, retire a pressão, abra a panela e desfie a carne. Volte-a para panela.
3.Coloque cebola fatiada finamente, pimentão verde fatiado finamente e pimentão vermelho fatiado finamente.
4.Volte ao fogo baixo e com uma colher de pau vá mexendo até a carne ficar totalmente incorporada aos temperos e demais ingredientes.
5.Salpique salsa e sirva quente ou frio.
6.O diferencial fica por conta do pão italiano. Retire uma tampa do pão, escave o miolo e preencha o espaço com a carne (retire o excesso de caldo), regue com um bom azeite e sirva em seguida.
Leia o Conto
Abraços.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Em busca do Sonho perfeito!
Oi Pessoal.

Nesta semana estamos produzindo sonhos nas aulas de panificação.
Alguns tem saído bons outros nem tento.
Quando acertam em cheio a massa, deixam fritar demais.
Mas é assim mesmo em uma escola de gastronomia.
Tentando acertar e aprendendo com os erros.
Bom os Sonhos são bem difundidos na culinária brasileira.
Todos já ficamos com os olhos vidrados nas gôndolas em uma padaria vendo aqueles sonhos com creme de confeiteiro quase que nos convidando a dar-lhes uma bela mordida.
Essa massa de pão, rica em gordura, frita, com recheio de creme de confeiteiro, coberto por açúcar de impalpável recebeu aqui no Brasil o nome de Sonho (não encontrei até agora o motivo). Chegou ao nosso país vindo de Portugal, onde recebe o nome de Bola de Berlin.
Sua provável origem é Alemã, onde um jovem ajudante de padeiro, recrutado para defender Berlim, em 1756, foi dispensado do batalhão por não ter habilidade para ajudar na artilharia. De volta à padaria, se inspirou nas balas de canhão para moldar seus pães e, em vez de assá-los, fritou-os. Passou a ser conhecido com Berlinesas
Segundo The Food Encyclopedia, a receita foi levada por holandeses para os EUA, onde virou Donut e ganhou formato de rosca.
Mas passou pela Itália, onde é chamado de Bombolone e pela França onde se chama Beignet.
Muitas receitas são encontradas em livros de panificação e perdidas pela internet. Porém aqui no Brasil, quem mais difunde essa iguaria nos dias atuais é a Palmirinha que ganhou a vida vendendo os sonhos.
Abaixo segue a receita publicada no site Paladar do jornal Estadão em 2012.
MASSA
Ingredientes500g de farinha de trigo
25g de fermento biológico
80g de açúcar
50g de manteiga
1 pitada de sal
6 gemas
200 ml de leite
óleo para fritar
açúcar de confeiteiro para finalizar
Preparo

1. Bata todos os ingredientes na batedeira, exceto o açúcar e a manteiga. Quando formar uma massa, acrescente o açúcar e misture. Adicione a manteiga e bata até a massa chegar ao ponto em que estica sem quebrar.
Dica: Açúcar demais embatuma a massa

2. Depois de deixar a massa descansar por 30 minutos, coberta com filme, achate-a com as mãos e boleie pedaços no tamanho desejado (de 40g a 60g).
Dica: Nunca misture sal ao fermento. Ele mata as leveduras

3. Distribua as bolas numa placa ou assadeira e deixe crescer até dobrar de tamanho.
Dica: Não deixe crescer demais, pois ele estoura e murcha

4. Frite os sonhos em óleo aquecido a 170°C – mais quente do que isso, o sonho queima por fora e fica cru por dentro. Doure dos dois lados, retire do óleo e deixe escorrer.
Dica: Escorra numa grelha, nunca no papel-toalha

5. Quando esfriar, corte e recheie com o creme. Polvilhe açúcar de confeiteiro e sirva.
Dica: Recheie primeiro e só depois peneire o açúcar

O CREME DO RECHEIO
Ingredientes
500 ml de leite
1/2 fava de baunilha
125g de gemas
100g de açúcar
50g de maisena
150g de creme de leite fresco
Preparo
Ferva o leite com a fava de baunilha. Em outro recipiente, misture as gemas, o açúcar e a maisena. Jogue um pouco do leite quente sobre a mistura e mexa bem. Volte tudo à panela com o restante do leite e leve ao fogo. Cozinhe até formar um creme (5 minutos). Ponha num recipiente, cubra com filme plástico e leve para gelar. Bata o creme de leite fresco em ponto de chantilly. Bata o creme até ficar liso e misture ao chantilly.

Nesta semana estamos produzindo sonhos nas aulas de panificação.
Alguns tem saído bons outros nem tento.
Quando acertam em cheio a massa, deixam fritar demais.
Mas é assim mesmo em uma escola de gastronomia.
Tentando acertar e aprendendo com os erros.
Bom os Sonhos são bem difundidos na culinária brasileira.
Todos já ficamos com os olhos vidrados nas gôndolas em uma padaria vendo aqueles sonhos com creme de confeiteiro quase que nos convidando a dar-lhes uma bela mordida.
Essa massa de pão, rica em gordura, frita, com recheio de creme de confeiteiro, coberto por açúcar de impalpável recebeu aqui no Brasil o nome de Sonho (não encontrei até agora o motivo). Chegou ao nosso país vindo de Portugal, onde recebe o nome de Bola de Berlin.
Sua provável origem é Alemã, onde um jovem ajudante de padeiro, recrutado para defender Berlim, em 1756, foi dispensado do batalhão por não ter habilidade para ajudar na artilharia. De volta à padaria, se inspirou nas balas de canhão para moldar seus pães e, em vez de assá-los, fritou-os. Passou a ser conhecido com Berlinesas
Segundo The Food Encyclopedia, a receita foi levada por holandeses para os EUA, onde virou Donut e ganhou formato de rosca.
Mas passou pela Itália, onde é chamado de Bombolone e pela França onde se chama Beignet.
Muitas receitas são encontradas em livros de panificação e perdidas pela internet. Porém aqui no Brasil, quem mais difunde essa iguaria nos dias atuais é a Palmirinha que ganhou a vida vendendo os sonhos.
Abaixo segue a receita publicada no site Paladar do jornal Estadão em 2012.
MASSA
Ingredientes500g de farinha de trigo
25g de fermento biológico
80g de açúcar
50g de manteiga
1 pitada de sal
6 gemas
200 ml de leite
óleo para fritar
açúcar de confeiteiro para finalizar
Preparo
FOTOS: Felipe Rau/Estadão
1. Bata todos os ingredientes na batedeira, exceto o açúcar e a manteiga. Quando formar uma massa, acrescente o açúcar e misture. Adicione a manteiga e bata até a massa chegar ao ponto em que estica sem quebrar.
Dica: Açúcar demais embatuma a massa
2. Depois de deixar a massa descansar por 30 minutos, coberta com filme, achate-a com as mãos e boleie pedaços no tamanho desejado (de 40g a 60g).
Dica: Nunca misture sal ao fermento. Ele mata as leveduras
3. Distribua as bolas numa placa ou assadeira e deixe crescer até dobrar de tamanho.
Dica: Não deixe crescer demais, pois ele estoura e murcha
4. Frite os sonhos em óleo aquecido a 170°C – mais quente do que isso, o sonho queima por fora e fica cru por dentro. Doure dos dois lados, retire do óleo e deixe escorrer.
Dica: Escorra numa grelha, nunca no papel-toalha
5. Quando esfriar, corte e recheie com o creme. Polvilhe açúcar de confeiteiro e sirva.
Dica: Recheie primeiro e só depois peneire o açúcar
O CREME DO RECHEIO
Ingredientes
500 ml de leite
1/2 fava de baunilha
125g de gemas
100g de açúcar
50g de maisena
150g de creme de leite fresco
Preparo
Ferva o leite com a fava de baunilha. Em outro recipiente, misture as gemas, o açúcar e a maisena. Jogue um pouco do leite quente sobre a mistura e mexa bem. Volte tudo à panela com o restante do leite e leve ao fogo. Cozinhe até formar um creme (5 minutos). Ponha num recipiente, cubra com filme plástico e leve para gelar. Bata o creme de leite fresco em ponto de chantilly. Bata o creme até ficar liso e misture ao chantilly.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Cinamon Rolls
Oi Pessoal.
Esta semana vamos produzir na sala de aula uma receita da Cozinha Europeia.
De origem escandinava, esse pão consiste numa massa doce bastante parecida com as de doughnuts. Recebe um recheio de açúcar, canela e manteiga, é enrolado e cortado em fatias que devem ser assadas lado a lado.
Muito consumido nos Estados Unidos e países norte-europeus como Noruega e Suécia, é chamado (originalmente) de kanelbulle (círculos de canela). No ano de 1999, foi instituido na Suécia, o dia 4 de outubro como “Dia do kanelbulle”.
Além dos ingredientes básicos do recheio, pode levar outras especiarias como macis, cravo em pó, anis e noz moscada. Pode se acrescentar frutas secas (uva passa, tâmaras, damascos etc) ou frescas (mirtilo, framboesa, amora, uvas etc). É comum serem servidos com alguma cobertura, como fondant, ou caldas de caramelo, café, ou chocolate.
Cinamon Rolls
Ingredientes
Massa
Preparo
1. Misture todos ingredientes da massa, deixando o sal e o açúcar por último.
2. Junte 3/4 da quantidade de leite, e ajuste com o restante. A massa deverá ficar macia, grudando uma pouco nas mãos. Para facilitar o trabalho na hora de modelar, enfarinhe bem a bancada de trabalho, ou reserve a massa na geladeira por 8 horas.
3. Abra a massa (0,5cm de altura) tentando fazer com que fique em formato retangular.
4. Misture todos os ingredientes do recheio e espalhe delicadamente uma fina camada sobre toda a massa.
5. Enrole a massa no sentido do comprimento. Divida em 12 fatias iguais.
6. Disponha as fatias, lado a lado em uma assadeira retangular forrada com papel manteiga e deixer fermentar por aproximadamente 2 horas.
7. Asse em forno aquecido à 200ºC, por cerca de 20 minutos. Resfrie e se desejar cubra com fondant.
Esta semana vamos produzir na sala de aula uma receita da Cozinha Europeia.
De origem escandinava, esse pão consiste numa massa doce bastante parecida com as de doughnuts. Recebe um recheio de açúcar, canela e manteiga, é enrolado e cortado em fatias que devem ser assadas lado a lado.
Muito consumido nos Estados Unidos e países norte-europeus como Noruega e Suécia, é chamado (originalmente) de kanelbulle (círculos de canela). No ano de 1999, foi instituido na Suécia, o dia 4 de outubro como “Dia do kanelbulle”.
Além dos ingredientes básicos do recheio, pode levar outras especiarias como macis, cravo em pó, anis e noz moscada. Pode se acrescentar frutas secas (uva passa, tâmaras, damascos etc) ou frescas (mirtilo, framboesa, amora, uvas etc). É comum serem servidos com alguma cobertura, como fondant, ou caldas de caramelo, café, ou chocolate.
Cinamon Rolls
Ingredientes
Massa
- 4 xícaras de farinha de trigo
- 1/3 de xícara de açúcar
- 1/2 colher de chá de sal
- 25 g de fermento biológico fresco
- 1/2 xícara de manteiga
- 220 ml de leite
- 2 ovos inteiros
- 1/2 xícara de manteiga amolecida
- 1/2 xícara de açúcar
- 1 e 1/2 colher de chá de canela
- 1 ovo batido para pincelar
Preparo
1. Misture todos ingredientes da massa, deixando o sal e o açúcar por último.
2. Junte 3/4 da quantidade de leite, e ajuste com o restante. A massa deverá ficar macia, grudando uma pouco nas mãos. Para facilitar o trabalho na hora de modelar, enfarinhe bem a bancada de trabalho, ou reserve a massa na geladeira por 8 horas.
3. Abra a massa (0,5cm de altura) tentando fazer com que fique em formato retangular.
4. Misture todos os ingredientes do recheio e espalhe delicadamente uma fina camada sobre toda a massa.
5. Enrole a massa no sentido do comprimento. Divida em 12 fatias iguais.
6. Disponha as fatias, lado a lado em uma assadeira retangular forrada com papel manteiga e deixer fermentar por aproximadamente 2 horas.
7. Asse em forno aquecido à 200ºC, por cerca de 20 minutos. Resfrie e se desejar cubra com fondant.
domingo, 19 de maio de 2013
Massa Folhada
Um dos pilares da panificação e da confeitaria mundial, a massa folhada é uma massa feita basicamente de farinha de trigo, água gelada, sal e, às vezes, açúcar e ovos. A Massa básica, resultado da mistura desses ingredientes é em seguida intercalada (por meio de um processo de dobras) com uma grande quantidade de gordura (normalmente manteiga ou gordura vegetal).
Muitos acreditam que essa maravilha da gastronomia tenha sido inventada ainda na Antiguidade. Provavelmente por egípcios ou gregos.
Para o chef suíço Joseph Favre, no entanto, a massa folhada teria surgido no século XVIII. Seu criador, segundo Favre, teria sido o confeiteiro francês Feuillet, muito requisitado pelos endinheirados do seu tempo.
Essa possibilidade é jogada no lixo por uma carta do século XIV. Em 1311, um tal de Robert, bispo de Amiens, cidade francesa a 120 km ao norte de Paris, menciona numa carta, segundo rola por ai, os "gâteaux feuilletés", tradicional receita francesa confeccionada com massa folhada. Paul Bocuse, no livro "A cozinha de Paul Bocuse", lançado no Brasil em 2002, observa que os pasteleiros do século XIII já conheciam a massa folhada. Ele acrescenta que pode ter sido no decorrer dos séculos XVIII e XIX que a massa evoluiu para o que conhecemos hoje.
Outro a quem se atribui a criação da massa folhada é Claude Gellée (século XVII). O pasteleiro que virou pintor de belíssimas paisagens campestres e urbanas. Aliás, você precisa dar uma olhada nas obras desse cara.
Segundo se divulga por ai, Gellée teria passado uma grande quantidade de manteiga num pedaço de massa de pão e levado ao forno. A intenção do pasteleiro era obter um pão de sabor amanteigado e dar-lo de presente ao pai, que estava muito doente. O resultado teria sido um pão com vária camadas.
O pai do pasteleiro teria gostado tanto do pão inventado pelo filho que Gellée resolveu aprimorar a receita. Em seguida, a receita teria sido levada à cidade francesa de Nancy por ângelo Mosca, amigo de Gellée. De lá, os dois amigos a levaram para Florença, na Itália, onde teriam aberto uma casa de pães com o auxílio de um amigo de Mosca.
Como apenas Claude Gellée sabia preparar a massa, ficou evidente, caso Gellée desistisse, o fracasso do negócio. Diante dessa ameaça, Mosca resolveu observar o modo de preparo da massa às escondidas. Com o sucesso da espionagem, ele ainda teria sequestrado o pasteleiro e o abandonado à própria sorte num cativeiro. Isso é que é amizade!
Depois de conseguir fugir, o pasteleiro teria se escondido na casa de um famoso artista (acredita-se ser o pintor Agostino Tassi), que acaba lhe ensinando técnicas de pintura. Só para constar, é como pintor que o pasteleiro Claude Gellée entra para a historia. Dizem que ele chega a voltar para Florença na intenção de se vingar de Mosca e de seu amigo, mas descobre que eles haviam morrido num incêndio.
A história que atribui a Gellée a autoria da massa folhada é tão interessante que chega a ser convincente. Porém, se a tal carta do bispo de Amiens for mesmo verdadeira é improvável que a massa seja criação do pintor.
Fonte: http://correiogastronomico.blogspot.com.br
Segue um vídeo explicativo que rola pela internet. É interessante por ser didático, porém não fiquem focado na tradução para o português pois a mesma é bem tosca.
Muitos acreditam que essa maravilha da gastronomia tenha sido inventada ainda na Antiguidade. Provavelmente por egípcios ou gregos.
Para o chef suíço Joseph Favre, no entanto, a massa folhada teria surgido no século XVIII. Seu criador, segundo Favre, teria sido o confeiteiro francês Feuillet, muito requisitado pelos endinheirados do seu tempo.
Essa possibilidade é jogada no lixo por uma carta do século XIV. Em 1311, um tal de Robert, bispo de Amiens, cidade francesa a 120 km ao norte de Paris, menciona numa carta, segundo rola por ai, os "gâteaux feuilletés", tradicional receita francesa confeccionada com massa folhada. Paul Bocuse, no livro "A cozinha de Paul Bocuse", lançado no Brasil em 2002, observa que os pasteleiros do século XIII já conheciam a massa folhada. Ele acrescenta que pode ter sido no decorrer dos séculos XVIII e XIX que a massa evoluiu para o que conhecemos hoje.
Outro a quem se atribui a criação da massa folhada é Claude Gellée (século XVII). O pasteleiro que virou pintor de belíssimas paisagens campestres e urbanas. Aliás, você precisa dar uma olhada nas obras desse cara.Segundo se divulga por ai, Gellée teria passado uma grande quantidade de manteiga num pedaço de massa de pão e levado ao forno. A intenção do pasteleiro era obter um pão de sabor amanteigado e dar-lo de presente ao pai, que estava muito doente. O resultado teria sido um pão com vária camadas.
O pai do pasteleiro teria gostado tanto do pão inventado pelo filho que Gellée resolveu aprimorar a receita. Em seguida, a receita teria sido levada à cidade francesa de Nancy por ângelo Mosca, amigo de Gellée. De lá, os dois amigos a levaram para Florença, na Itália, onde teriam aberto uma casa de pães com o auxílio de um amigo de Mosca.
Como apenas Claude Gellée sabia preparar a massa, ficou evidente, caso Gellée desistisse, o fracasso do negócio. Diante dessa ameaça, Mosca resolveu observar o modo de preparo da massa às escondidas. Com o sucesso da espionagem, ele ainda teria sequestrado o pasteleiro e o abandonado à própria sorte num cativeiro. Isso é que é amizade!
Depois de conseguir fugir, o pasteleiro teria se escondido na casa de um famoso artista (acredita-se ser o pintor Agostino Tassi), que acaba lhe ensinando técnicas de pintura. Só para constar, é como pintor que o pasteleiro Claude Gellée entra para a historia. Dizem que ele chega a voltar para Florença na intenção de se vingar de Mosca e de seu amigo, mas descobre que eles haviam morrido num incêndio.
A história que atribui a Gellée a autoria da massa folhada é tão interessante que chega a ser convincente. Porém, se a tal carta do bispo de Amiens for mesmo verdadeira é improvável que a massa seja criação do pintor.
Fonte: http://correiogastronomico.blogspot.com.br
Segue um vídeo explicativo que rola pela internet. É interessante por ser didático, porém não fiquem focado na tradução para o português pois a mesma é bem tosca.
sábado, 13 de abril de 2013
Suflê de Gorgonzola e Ervas frescas
Oi Pessoal.
Este post é dedicado a uma turma que há duas semanas se deparou com a proposta de produzir alguns suflês e entrega-los bonitos, gostosos e armados ao final de uma aula.
Sempre é bom poder testar uma receita com um novo sabor.
Mas começando o posto, já pararam e se perguntaram como surgiu ou de onde veio o Suflê?
Gastronomia é cultura sim.
Não basta pegar uma receita qualquer e somente executá-la. Na minha concepção, saber de onde vieram os ingredientes, qual a origem do prato é tão importante quanto entregar o mesmo com qualidade.
Segundo algumas referências, o Suflê ou Soufflé teria sido criado na França em meados do séc. XIX pelo Chef Antonin Carême.
Carême nesta época era considerado o "Chef dos Reis" e o "Rei dos Chefs".
Era considerado dentre os cozinheiros da época o melhor.
O termo suflé significa Inchado, Soprado referenciando seu aspecto ao sair do forno.
Passeando pela internet eu encontrei a receita abaixo e na hora acreditei que a mesma teria um sabor muito original. O exótico do Gorgonzola misturado como adocicado das passas e o frescor das ervas frescas.
Resolvi postar para vocês.
Ingredientes
100gr de Queijo Gorgonzola
3 Ovos
2 colheres de sopa de Farinha de Trigo
1 Cebola brunoise
100ml de Vinho branco
leite q/b
Manteiga q/b
20 gr de passas brancas picadas
Tomilho e Alecrim frescos
Noz moscada e Pimenta do reino branca
Preparo
Em uma panela coloque a manteiga para derreter e adicione a cebola bem picadinha.
Mexa até que esteja transparente.
Adicione o queijo gorgonzola e o vinho e mexa bem até que o queijo esteja bem derretido e o vinho reduzido.
Adicione a farinha de trigo e mexa bem.
Deixe cozinhar por alguns minutos e acrescente aos poucos o leite mexendo sempre ate formar um creme liso
Separe as gemas das claras e adicione as gemas ao creme, uma a uma, mexendo sem parar ate que estejam todas bem incorporadas. Desligue o fogo.
Tempere com as ervas bem picadas, pimenta do reino branca e um toque de noz moscada.
Acrescente as passas picadas e mexa bem.
Coloque as claras em uma batedeira e bata até que estejam em ponto de pico firme.
Retire um pequena porção das claras em neve e misture ao creme para que ele fique mais solto e leve. Cuidadosamente já adicionando as outras porções das claras em neve sempre mexendo de baixo para cima.
Com o auxilio de uma colher ou concha coloque as porções da massa nas formas.
Limpe as bordas das formas para que o suflê cresça sem agarrar na beirada.
Coloque as formas em um tabuleiro com agua quente e leve ao forno em banho Maria ate que esteja dourado.
Tire uma foto e Sirva imediatamente.
Mande a foto para eu apreciar.
Espero que consiga um ótimo resultado.
Até a próxima.
Abraços a todos.
Este post é dedicado a uma turma que há duas semanas se deparou com a proposta de produzir alguns suflês e entrega-los bonitos, gostosos e armados ao final de uma aula.
Sempre é bom poder testar uma receita com um novo sabor.
Mas começando o posto, já pararam e se perguntaram como surgiu ou de onde veio o Suflê?
Gastronomia é cultura sim.
Não basta pegar uma receita qualquer e somente executá-la. Na minha concepção, saber de onde vieram os ingredientes, qual a origem do prato é tão importante quanto entregar o mesmo com qualidade.
Segundo algumas referências, o Suflê ou Soufflé teria sido criado na França em meados do séc. XIX pelo Chef Antonin Carême.
Carême nesta época era considerado o "Chef dos Reis" e o "Rei dos Chefs".
Era considerado dentre os cozinheiros da época o melhor.
O termo suflé significa Inchado, Soprado referenciando seu aspecto ao sair do forno.
Passeando pela internet eu encontrei a receita abaixo e na hora acreditei que a mesma teria um sabor muito original. O exótico do Gorgonzola misturado como adocicado das passas e o frescor das ervas frescas.
Resolvi postar para vocês.
Suflé de Gorgonzola e Ervas Finas
Ingredientes
100gr de Queijo Gorgonzola
3 Ovos
2 colheres de sopa de Farinha de Trigo
1 Cebola brunoise
100ml de Vinho branco
leite q/b
Manteiga q/b
20 gr de passas brancas picadas
Tomilho e Alecrim frescos
Noz moscada e Pimenta do reino branca
Preparo
Em uma panela coloque a manteiga para derreter e adicione a cebola bem picadinha.
Mexa até que esteja transparente.
Adicione o queijo gorgonzola e o vinho e mexa bem até que o queijo esteja bem derretido e o vinho reduzido.
Adicione a farinha de trigo e mexa bem.
Deixe cozinhar por alguns minutos e acrescente aos poucos o leite mexendo sempre ate formar um creme liso
Separe as gemas das claras e adicione as gemas ao creme, uma a uma, mexendo sem parar ate que estejam todas bem incorporadas. Desligue o fogo.
Tempere com as ervas bem picadas, pimenta do reino branca e um toque de noz moscada.
Acrescente as passas picadas e mexa bem.
Coloque as claras em uma batedeira e bata até que estejam em ponto de pico firme.
Retire um pequena porção das claras em neve e misture ao creme para que ele fique mais solto e leve. Cuidadosamente já adicionando as outras porções das claras em neve sempre mexendo de baixo para cima.
Com o auxilio de uma colher ou concha coloque as porções da massa nas formas.
Limpe as bordas das formas para que o suflê cresça sem agarrar na beirada.
Coloque as formas em um tabuleiro com agua quente e leve ao forno em banho Maria ate que esteja dourado.
Tire uma foto e Sirva imediatamente.
Mande a foto para eu apreciar.
Espero que consiga um ótimo resultado.
Até a próxima.
Abraços a todos.
domingo, 24 de março de 2013
Gratinado de Batatas e Alho Porró
Uma boa receita para a Semana Santa.
Fiz neste final de semana na aula de degustação do Mercadão Campolim e não sobrou nem o cheiro.
Aliás a aula desta semana estava bombando.
Vinte e três pessoas sentadas e mais umas dez que passaram por lá ao sentir o cheio do Gratinado e da Palha Italiana.
Não perca a próxima aula no dia 30/03. Vou preparar um Bacalhau.
Gratinado de Batatas e Alho Porró
Ingredientes
3 Batatas fatiadas
1 talo de Alho Porró
fatiado
2 colheres (sopa) de
Manteiga
1/2 Cebola picada
1 cx de Creme de
leite
Azeite q.b.
Sal e Pimenta do
reino q.b.
Pimenta Calabresa
flocada q.b.
Preparo
Descasque,
fatie e cozinhe as batatas.
Corte o
alho porró em rodelas.
Em uma
panela, derreta a manteiga, adicione a cebola, refogue-a e em seguida o creme de leite. Tempere com sal e pimenta do reino.
Intercale
as fatias de batatas e do alho porró. Regue com azeite.
Despeje
o molho por cima.
Salpique
a pimenta calabresa e leve ao forno para gratinar.
Ao invés da pimenta calabresa, pode usar parmesão ralado.
Marcadores:
Alho Porró,
Batata,
Chef Carlos Martins,
creme de leite,
Gratinado de Batata e Alho Porró,
Mercadão Campolim,
Páscoa,
Pimenta Calabresa,
Semana Santa.
Palha Italiana para a Páscoa
Neste sábado 23/03 estive mais uma vez no Mercadão Campolim para uma aula de Páscoa.
Como prometido, ensinei a produzir uma Palha Italiana.
Muito fácil de fazer e pose ser um ótimo presente nesta Páscoa.
Próximo sábado 30/03 vou preparar um Bacalhau lá no Mercadão Campolim.
Começa as 12h00.
Apareçam para degustar.
Abraços.
Como prometido, ensinei a produzir uma Palha Italiana.
Muito fácil de fazer e pose ser um ótimo presente nesta Páscoa.
Palha Italiana
Ingredientes
1 lata de Leite Condensado
2 col de sopa de Manteiga
sem sal
2 col de sopa de Chocolate
100g de Biscoito tipo
maisena
Açúcar de confeiteiro (q.b.)
Preparo
Fazer
um brigadeiro com o leite condensado, manteiga e chocolate.
Quando
desprender da panela, agregar o biscoito esmigalhado.
Espalhar
em uma assadeira, levar à geladeira por 3 horas para que fique firme.
Corte
em quadrados e passe pelo açúcar de confeiteiro.
Próximo sábado 30/03 vou preparar um Bacalhau lá no Mercadão Campolim.
Começa as 12h00.
Apareçam para degustar.
Abraços.
sábado, 9 de março de 2013
Um Linguini em Homengem ao Dia Internacional da Mulher no Mercadão Campolim
Oi Pessoal.
Estive hoje no Mercadão Campolim para mais uma Aula de Gastronomia seguida de Degustação.
Mas hoje o gostinho foi diferente.
Preparei um Lingini em homenagem às mulheres que por lá compareceram.
Escolhi no Bacalhau e Cia um Linguini Nero de Sepia (Linguini colorido por Sépia - tinta de lula). sua cocção foi feita com muita água e sal grosso com ervas secas par uma inicial aromatização.
Para acompanhar a massa escolhi usar floretes de Brócolis Ninja passados no alho e azeite, Tomates Cereja frescos e para finalizar uma Pimenta Calabresa em flocos.
Resultado: Elogios!!!!
As pessoas gostaram, e isso é o que vale.
Trabalho feito e cumprido com qualidade.
Fiquem com a receita.
Um Aviso: Neste Mês de Marços estarei por lá em todos os SÁBADOS com receitas para a PÁSCOA.
COMPAREÇAM!
(Linguini em Sépia de Lula com Brócolis no Alho, Tomates Cereja e Presunto tipo Parma crocante)
1 maço de Brócolis ninja
1/2 cebola picada e 2 dentes de Alho
1/2 caixa de Tomates cerejas cortados ao meio
150g de Presunto tipo Parma crocante
Sal e Pimenta calabresa seca a gosto
Azeite a gosto
Cozinhar a massa ao dente e reservar.
Refogar a cebola e o alho em azeite e acrescentar os floretes de brócolis. Cozinhe ligeiramente, mas deixe o brócolis crocante.
Agregar a massa e finalizar com os tomates cereja, pimenta calabresa e o presunto crocante.
Reproduzam em casa e me enviem uma foto da montagem do prato.
Abraços a todos!
Estive hoje no Mercadão Campolim para mais uma Aula de Gastronomia seguida de Degustação.
Mas hoje o gostinho foi diferente.
Preparei um Lingini em homenagem às mulheres que por lá compareceram.
Escolhi no Bacalhau e Cia um Linguini Nero de Sepia (Linguini colorido por Sépia - tinta de lula). sua cocção foi feita com muita água e sal grosso com ervas secas par uma inicial aromatização.
Para acompanhar a massa escolhi usar floretes de Brócolis Ninja passados no alho e azeite, Tomates Cereja frescos e para finalizar uma Pimenta Calabresa em flocos.
Resultado: Elogios!!!!
As pessoas gostaram, e isso é o que vale.
Trabalho feito e cumprido com qualidade.
Fiquem com a receita.
Um Aviso: Neste Mês de Marços estarei por lá em todos os SÁBADOS com receitas para a PÁSCOA.
COMPAREÇAM!
Linguini in Sepia con Broccoli in Aglio,
Pomodorini e Prosciutto di Parma Croccante
Ingredientes
250g
de Linguini in Sépia (Penne, Fusilli, ou
outra)1 maço de Brócolis ninja
1/2 cebola picada e 2 dentes de Alho
1/2 caixa de Tomates cerejas cortados ao meio
150g de Presunto tipo Parma crocante
Sal e Pimenta calabresa seca a gosto
Azeite a gosto
Preparo
Colocar o presunto para
assar até ficar crocante.Cozinhar a massa ao dente e reservar.
Refogar a cebola e o alho em azeite e acrescentar os floretes de brócolis. Cozinhe ligeiramente, mas deixe o brócolis crocante.
Agregar a massa e finalizar com os tomates cereja, pimenta calabresa e o presunto crocante.
Reproduzam em casa e me enviem uma foto da montagem do prato.
Abraços a todos!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Carne de Cavalo. Comeria ou não?
Oi Pessoal.
Chocante, mas necessário a discussão.
Publiquei uma nota na minha página no face sobre a retirada de lasanhas que poderiam conter carne de cavalo na sua receita.
Supermercados da França foram obrigados a retirar das gôndolas as lasanhas das marcas Picard, Carrefour e Systeme U, todas provenientes do mesmo fornecedor de Luxemburgo.
Por lá, vários países não veem com bons olhos o consumo de carne equina.
Porém na Itália se consome sem problema e até mesmo encontramos produtos em supermercados feitos a base de carne de cavalo, como os produtos da Salumificio di Franciacorta, que apresenta uma linha equina, com produtos como carne seca, salame, carpaccio e salsicha.
Outro frigorífico, o Coppiello Giovanni, também Itália, fornece carne de cavalo na versão desfiada.
A empresa localizada em Vigonza, em Pádua, é uma das muitas italianas que trabalham com o produto.
O Hideki, restaurante de Cozinha Japonesa de São Paulo, do conceituado Chef Hideki Fuchikami já serviu Sashimi de carne de cavalo durante mais de uma ano.
Disse o Chef que a procura foi grande talvez pela curiosidade, mas que no sul do Japão a carne de cavalo é a segunda carne mais apreciada, perdendo somente para o peixe.
No Canadá um prato de Carne de Cavalo com vegetais é bem apreciada em restaurantes e no consumo doméstico.
Enfim, não estou aqui levantando a bandeira para que os cavalos sejam sacrificados para o consumo, mas é mais uma carne com proteínas necessárias ao bom funcionamento de nossos organismos.
Por Tabu, religião, nojo, seja lá o que for você achar a postagem desagradável, apresento aqui minhas desculpas, mas o blog trata de gastronomia e não somente de receitas legais.
Vale a pena pensarmos no futuro da alimentação mundial.
A população continua a crescer sem nenhum controle e a cada dia que passa os espaços para a agricultura diminuem.
O que vamos comer no AMANHÃ??
Carne de Vaca?
Cavalo?
Frango?
Coelho?
Pombos?
Peixes?
Crustáceos?
Insetos?
Ou vamos viver de luz como sugere uma certa filosofia de vida?
É para pensar!!!!
Abraço a todos.
Chocante, mas necessário a discussão.
Publiquei uma nota na minha página no face sobre a retirada de lasanhas que poderiam conter carne de cavalo na sua receita.
Supermercados da França foram obrigados a retirar das gôndolas as lasanhas das marcas Picard, Carrefour e Systeme U, todas provenientes do mesmo fornecedor de Luxemburgo.
Por lá, vários países não veem com bons olhos o consumo de carne equina.
Porém na Itália se consome sem problema e até mesmo encontramos produtos em supermercados feitos a base de carne de cavalo, como os produtos da Salumificio di Franciacorta, que apresenta uma linha equina, com produtos como carne seca, salame, carpaccio e salsicha.
Outro frigorífico, o Coppiello Giovanni, também Itália, fornece carne de cavalo na versão desfiada.
A empresa localizada em Vigonza, em Pádua, é uma das muitas italianas que trabalham com o produto.
O Hideki, restaurante de Cozinha Japonesa de São Paulo, do conceituado Chef Hideki Fuchikami já serviu Sashimi de carne de cavalo durante mais de uma ano.
Disse o Chef que a procura foi grande talvez pela curiosidade, mas que no sul do Japão a carne de cavalo é a segunda carne mais apreciada, perdendo somente para o peixe.
No Canadá um prato de Carne de Cavalo com vegetais é bem apreciada em restaurantes e no consumo doméstico.
Enfim, não estou aqui levantando a bandeira para que os cavalos sejam sacrificados para o consumo, mas é mais uma carne com proteínas necessárias ao bom funcionamento de nossos organismos.
Por Tabu, religião, nojo, seja lá o que for você achar a postagem desagradável, apresento aqui minhas desculpas, mas o blog trata de gastronomia e não somente de receitas legais.
Vale a pena pensarmos no futuro da alimentação mundial.
A população continua a crescer sem nenhum controle e a cada dia que passa os espaços para a agricultura diminuem.
O que vamos comer no AMANHÃ??
Carne de Vaca?
Cavalo?
Frango?
Coelho?
Pombos?
Peixes?
Crustáceos?
Insetos?
Ou vamos viver de luz como sugere uma certa filosofia de vida?
É para pensar!!!!
Abraço a todos.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Chips de Beterraba
Oi Pessoal.
Amo comer beterraba, seja da forma que for.
A Beterraba é uma plantinha herbácea da família das Quenopodiáceas segundo Cronquist.
O uso da mesma serve a vários fins, algumas variedades apresentam fins gastronômicos, outras são usadas na produção de açúcar e Etanol e existe ainda uma variedade cultivada com único fim de produção de ração animal.
Muito comum é ver pessoas falando que gostam desta raíz, porém, como a Cenoura, a Beterraba é um caule subterrâneo.
A beterraba é rica em açúcares.
Quando em condição natural, a beterraba se conserva por até uma semana, se mantida em local fresco e sombreado.
Em geladeira, pode ser mantida por até quinze dias, embalada em saco de plástico perfurado.
Quando guardadas já descascadas, raladas ou picadas, sua durabilidade será reduzida a três ou quatro dias devendo obrigatoriamente ser conservadas em geladeira, dentro de saco ou vasilha de plástico.
Crua, cozida, em forma de sopa fria, como uma pasta em canapés é sempre um ótimo ingrediente.
Achei dias atrás esta receita de Chips de Beterraba. Muito legal e resolvi compartilhar com vocês.
Chips de Beterraba
Ingredientes
2 beterrabas médias
1 colher de chá de Azeite de Oliva extra virgem
Preparo
1. Pré-aqueça o forno a 350 graus ou em forno doméstico no mais alto, com prateleiras em cima e terços inferiores.
2. Descasque as beterrabas e corte em fatias bem finas, com uma mandolina.
3. Em uma tigela grande, misture as finas fatias de beterraba com azeite.
4. Em uma assadeira grande, arrume as fatias de beterraba em uma única camada.
5. Asse até que as bordas de beterraba começar a secar, cerca de 20 minutos. Vire as fatias e asse por mais uns 10, removendo-as à medida que se tornar mais leve e mais escuras sem queimar.
6. Transfira para uma grade para secar.
Obs: Os tempos de forno podem variar do profissional par ao doméstico. Fique de olho.
Sirva com uma pastinha ou simplesmente coma o Chips sentado na frente de uma tv assistindo um filme.
Até a próxima.
Abração.
Fonte: Essa dica eu tirei do site da Martha Stewart
Amo comer beterraba, seja da forma que for.
A Beterraba é uma plantinha herbácea da família das Quenopodiáceas segundo Cronquist.
O uso da mesma serve a vários fins, algumas variedades apresentam fins gastronômicos, outras são usadas na produção de açúcar e Etanol e existe ainda uma variedade cultivada com único fim de produção de ração animal.
Muito comum é ver pessoas falando que gostam desta raíz, porém, como a Cenoura, a Beterraba é um caule subterrâneo.
A beterraba é rica em açúcares.
Quando em condição natural, a beterraba se conserva por até uma semana, se mantida em local fresco e sombreado.
Em geladeira, pode ser mantida por até quinze dias, embalada em saco de plástico perfurado.
Quando guardadas já descascadas, raladas ou picadas, sua durabilidade será reduzida a três ou quatro dias devendo obrigatoriamente ser conservadas em geladeira, dentro de saco ou vasilha de plástico.
Crua, cozida, em forma de sopa fria, como uma pasta em canapés é sempre um ótimo ingrediente.
Achei dias atrás esta receita de Chips de Beterraba. Muito legal e resolvi compartilhar com vocês.
Chips de Beterraba
Ingredientes
2 beterrabas médias
1 colher de chá de Azeite de Oliva extra virgem
Preparo
1. Pré-aqueça o forno a 350 graus ou em forno doméstico no mais alto, com prateleiras em cima e terços inferiores.
2. Descasque as beterrabas e corte em fatias bem finas, com uma mandolina.
3. Em uma tigela grande, misture as finas fatias de beterraba com azeite.
4. Em uma assadeira grande, arrume as fatias de beterraba em uma única camada.
5. Asse até que as bordas de beterraba começar a secar, cerca de 20 minutos. Vire as fatias e asse por mais uns 10, removendo-as à medida que se tornar mais leve e mais escuras sem queimar.
6. Transfira para uma grade para secar.
Obs: Os tempos de forno podem variar do profissional par ao doméstico. Fique de olho.
Sirva com uma pastinha ou simplesmente coma o Chips sentado na frente de uma tv assistindo um filme.
Até a próxima.
Abração.
Fonte: Essa dica eu tirei do site da Martha Stewart
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Espetinho de Frango com Açafrão
Oi Pessoal.
Fevereiro chegou. Minhas férias forçadas acabaram. Precisei dar uma parada nas publicações de um tempo para cá, mas agora retomo este projeto com força total.
Estive hoje no Mercadão Campolim para mais uma Aula Demonstrativa seguida por uma Degustação.
Foi mais uma aula divertida e gostosa lá no Espaço Gourmet do Mercadão.
Preparei hoje uma receita de Espetinho de Frango com Açafrão.
Uma receita com conotação à Cozinha Espanhola, porém, achei legal dar uma aromatizada no prato. Acabei usando várias especiarias na marinada e ficou bem legal.
Poderia então chamar o prato de Espetinho de Frango com Especiarias, mas mantive o nome da receita original.
Espetinho de Frango com Açafrão
Ingredientes
2 Peitos de frango cortados em cubos
1/2 col de chá de Coentro em grãos
1/2 col de chá de Cominho em pó
1/2 col de chá de Erva doce
1 col de chá de Pimentón (Páprica picante)
2 dentes de Alho amassados
1 pitada de Açafrão dissolvidos em um pouco de água fervente
1 col de sopa de Vinagre de vinho tinto
1 col de sopa de Azeite
Sal e Pimenta a gosto
Preparo
Misturar todos os ingredientes e colocar no frango. Deixe o mesmo marinando por pelo menos duas horas.
Doure em azeite e leve por uns cinco a dez minutos ao forno com papel alumínio para terminar a cocção ou leve para uma grelha de churrasco.
A foto acima foi tirada pelo amigo Ivam Grambec.
Servi como acompanhamento deste espetinho uma Geleia de Tomate e uma Salada de Laranja que logo colocarei no post. Aguardem.
Abraços.
Fevereiro chegou. Minhas férias forçadas acabaram. Precisei dar uma parada nas publicações de um tempo para cá, mas agora retomo este projeto com força total.
Estive hoje no Mercadão Campolim para mais uma Aula Demonstrativa seguida por uma Degustação.
Foi mais uma aula divertida e gostosa lá no Espaço Gourmet do Mercadão.
Preparei hoje uma receita de Espetinho de Frango com Açafrão.
Uma receita com conotação à Cozinha Espanhola, porém, achei legal dar uma aromatizada no prato. Acabei usando várias especiarias na marinada e ficou bem legal.
Poderia então chamar o prato de Espetinho de Frango com Especiarias, mas mantive o nome da receita original.
Espetinho de Frango com Açafrão
Ingredientes
2 Peitos de frango cortados em cubos
1/2 col de chá de Coentro em grãos
1/2 col de chá de Cominho em pó
1/2 col de chá de Erva doce
1 col de chá de Pimentón (Páprica picante)
2 dentes de Alho amassados
1 pitada de Açafrão dissolvidos em um pouco de água fervente
1 col de sopa de Vinagre de vinho tinto
1 col de sopa de Azeite
Sal e Pimenta a gosto
Preparo
Misturar todos os ingredientes e colocar no frango. Deixe o mesmo marinando por pelo menos duas horas.
Doure em azeite e leve por uns cinco a dez minutos ao forno com papel alumínio para terminar a cocção ou leve para uma grelha de churrasco.
A foto acima foi tirada pelo amigo Ivam Grambec.
Servi como acompanhamento deste espetinho uma Geleia de Tomate e uma Salada de Laranja que logo colocarei no post. Aguardem.
Abraços.
domingo, 23 de setembro de 2012
Petit Gâteau au Chocolat
Oi Pessoal.
Respondendo a inúmeros pedidos e de muito tempo estou postando a tão esperada receita de Petit Gâteau de Chocolate.
Ingredientes
Respondendo a inúmeros pedidos e de muito tempo estou postando a tão esperada receita de Petit Gâteau de Chocolate.
Petit Gâteau au Chocolat
Ingredientes
- 06 ovos
- 130 g de açúcar
- 500g de chocolate
- 250 g de manteiga
- 60 ml de creme de leite
- 40 ml de leite
- 80g de farinha de trigo especial
- Manteiga para untar - quantidade necessária
- Farinha para polvilhar - quantidade necessária
Preparo
- Bata os ovos com o açúcar até ficar consistente.
- Coloque em uma vasilha o chocolate com a manteiga e derreta em banho-maria ou no forno de microondas. Retire e misture bem.
- Despeje o chocolate derretido sobre os ovos batidos.
- Misture as duas preparações utilizando um batedor de mão, fazendo movimentos envolventes.
- Junte o creme de leite, o leite e a farinha peneirada.
- Misture até ficar homogêneo.
- Coloque em forminhas individuais untadas com manteiga e polvilhadas com farinha.
- Leve à geladeira durante duas horas e depois cozinhe em forno quente a 230° C entre 7 e 8 minutos.
Rendimento: em média 10 porções.
Espero que gostem.
Abração e desculpa a demora.
Abração a todos.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Como fazer um Cassoulet - Aula degustação em comemoração ao 3o aniversário do Mercadão Campolim
Oi Pessoal.
Neste último sábado dia 08 de setembro estive no Mercadão Campolim para mais uma Aula degustação.
Em comemoração ao 3o aniversário do Mercadão Campolim todo sábado de setembro a partir das 12h00 tem uma aula seguida de degustação.
Acesse a programação pelo site do mercadão Campolim (Acesse Aqui).
Bom! Vamos ao que interessa.
Escolhi um dos pratos mais tradicionais da Cozinha Francesa para brindas estes 3 anos do Mercadão.
Nome diferente, mas que já foi até propaganda de televisão.
O Cassoulet é uma especialidade gastronômica de origem francesa da região do Languedoc.
Tres cidades, Castelnaudary, Carcassone e Toulouse disputam a origem e o título de melhor variedade do prato desde a sua origem, provavelmente durante a Guerra dos Cem anos.
Porém o cozinheiro languedociano Prosper Montagné diz que o cassoulet é o Deus da cozinha occitana: em Castelnaudary é o "Deus-pai", o "Deus-filho" é o de Carcassonne, e o "Espírito Santo" é o de Toulouse.
Diz-se que inicialmente que era produzido com favas frescas e com o passar do tempo introduziu-se na receita uma troca por feijões brancos que perdura até os dias atuais e carnes.
Com relação às carnes, na França era usado principalmente o confit d'oie (confit de ganso), confit de canard (confit de pato), salsichas, linguiça, carne de porco, e até carne de perdiz ou cordeiro dependendo da temporada do ano ou da variedade local.
Eu optei por usar carnes suínas e peito de frango defumado. Ficou muito bom e não sobrou nada para contar a estória.
Olha só algumas fotos.
A Paola ainda nos disse que para uma perfeita harmonização por corpo ela sugere o vinho:
Bom, é isso.Espero que tenham gostado das sugestões de harmonização e do prato. Qualquer dúvida sobre os vinhos entre em contato com a Paola (15) 3327-0376 ou dê um pulo no Mercadão Campolim. Sempre encontro com ela no sábado por volta das 12h00 durante as minhas aulas.
Neste último sábado dia 08 de setembro estive no Mercadão Campolim para mais uma Aula degustação.
Em comemoração ao 3o aniversário do Mercadão Campolim todo sábado de setembro a partir das 12h00 tem uma aula seguida de degustação.
Acesse a programação pelo site do mercadão Campolim (Acesse Aqui).
Bom! Vamos ao que interessa.
Escolhi um dos pratos mais tradicionais da Cozinha Francesa para brindas estes 3 anos do Mercadão.
Cassoulet
O Cassoulet é uma especialidade gastronômica de origem francesa da região do Languedoc.
Tres cidades, Castelnaudary, Carcassone e Toulouse disputam a origem e o título de melhor variedade do prato desde a sua origem, provavelmente durante a Guerra dos Cem anos.
Porém o cozinheiro languedociano Prosper Montagné diz que o cassoulet é o Deus da cozinha occitana: em Castelnaudary é o "Deus-pai", o "Deus-filho" é o de Carcassonne, e o "Espírito Santo" é o de Toulouse.
Diz-se que inicialmente que era produzido com favas frescas e com o passar do tempo introduziu-se na receita uma troca por feijões brancos que perdura até os dias atuais e carnes.
Com relação às carnes, na França era usado principalmente o confit d'oie (confit de ganso), confit de canard (confit de pato), salsichas, linguiça, carne de porco, e até carne de perdiz ou cordeiro dependendo da temporada do ano ou da variedade local.
Eu optei por usar carnes suínas e peito de frango defumado. Ficou muito bom e não sobrou nada para contar a estória.
Olha só algumas fotos.
Eu na produção do Cassoulet.
Meus alunos assistindo as explicações sobre a produção.
Como o Cassoulet é um prato que fica maius gostoso no dia seguinte, eu demonstrei a execução inicial e mostrei como finalizar o prato.
Agora a receita para quem não pode comparecer.
Cassoulet
Ingredientes
400g de feijão branco
500g de carnes suínas (baconm paio, calabresa, carne seca, costelinha)
200g de frango (usei o defumado)
3 cebolas picadas
2 dentes de alho triturados
2 talos de salsão picados (usar as folhas para o caldo)
2 cenouras
ramos de tomilho e Alecrim a gosto
1 folha de louro
2 cravos da india
5 a 6 sementes de pimenta do reino
azeite
150g de extrato de tomate
1 tablete de caldo de carne
1 maço de salsa picada
farinha de rosca a gosto
Preparo
1.Dessalgar as carnes
2.Colocar o feijão de molho por 1 hora e meia.
3.Em uma panela grande, fritar a pancetta até a mesma liberar a gordura própria. Reservar a pancetta e a maior parte da gordura.
4.Na mesma gordura, fritar as demais carnes e reservar.
5.Colocar a cebola, alho, cenoura e o salsão picados e refogar por uns minutos. Acrescentar o feijão e o extrato de tomate, refogando mais um pouco. Retirar metade do feijão da panela.
6.Deitar as carnes sobre o conteúdo da panela e cobrir com o feijão que havia sido separado.
7.Cobrir com caldo de carne. E cozinhar em fogo baixo por aproximadamente uns 40 minutos.
8.Desligar o fogo e reservar até o dia seguinte.
9.Colocar em um refratário que vá ao forno, cobrir com a farofa de farinha de rosca e aquecer o Cassoulet.
Para este prato tive a brilhante sugestão de harmonização da Paola da Cellar Experts do Mercadão Campolim.
Em um contexto custo/benefício a Paola indicou os vinhos:
- C'Est la Vie Rouge
C´Est La Vie Rougue é um vinho super agradável. Com notas de cereja fresca complementadas com toques de pimenta preta e especiarias e produzido com uvas Pinot Noir com Syrah. Produzido na região de Borgonha (França). ($ 49,90)
- La Vieille Ferme
Produzido com uvas Carignan, Cinsault, Grenache Noir e Sirah, Harmoniza bem com carnes vermelhas, ensopados, pato. Região de Rhome (França). ($ 49,00)
A Paola ainda nos disse que para uma perfeita harmonização por corpo ela sugere o vinho:
- Domaine la Soumade 2006
Excepcional vinho, com muita fruta, volume e maciez, agradavelmente "temperado" com perfumes de especiarias. Versátil companheiro de mesa, pode acompanhar grande variedade de pratos, de carnes vermelhas e de caça a aves e legumes. També da região de Rhome (França). ($ 105,00)
Bom, é isso.Espero que tenham gostado das sugestões de harmonização e do prato. Qualquer dúvida sobre os vinhos entre em contato com a Paola (15) 3327-0376 ou dê um pulo no Mercadão Campolim. Sempre encontro com ela no sábado por volta das 12h00 durante as minhas aulas.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Toda Tarde - Comemoração do Programa de número 100
Oi Pessoal
No último dia 17 de agosto foi ao ar o programa de número 100 do Toda Tarde no SBT com a apresentação da Tatiana D'Andrea.
Estive presente junto com a Rosana, minha parceira de cozinha do programa.
Parabéns Tati, mais um sonho comcretizado.
Que venha o programa de número 1000 da mesma forma que o de número 100 chegou.
Com muito trabalho e cheio de realizações, prazer e alegria de saber que um produto de ótima qualidade está sendo oferecido ao público de Sorocaba e região.
Um abraço a toda a equipe do Toda Tarde e mais uma vez eu agradeço pela parceria que temos.
Bora lá para a produção de mais um programa.
Bom trabalho a todos!
Assistam parte da comemoração no vídeo abaixo.
No último dia 17 de agosto foi ao ar o programa de número 100 do Toda Tarde no SBT com a apresentação da Tatiana D'Andrea.
Estive presente junto com a Rosana, minha parceira de cozinha do programa.
Parabéns Tati, mais um sonho comcretizado.
Que venha o programa de número 1000 da mesma forma que o de número 100 chegou.
Com muito trabalho e cheio de realizações, prazer e alegria de saber que um produto de ótima qualidade está sendo oferecido ao público de Sorocaba e região.
Um abraço a toda a equipe do Toda Tarde e mais uma vez eu agradeço pela parceria que temos.
Bora lá para a produção de mais um programa.
Bom trabalho a todos!
Assistam parte da comemoração no vídeo abaixo.
Tapioca para um lanche da tarde
Oi Pessoal.
Esta semana estive no Programa Toda Tarde e produzi algumas Tapiocas.
A Tapioca ou Beiju é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena tupi-guarani, feita com a fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, tapioca, goma seca, polvilho ou polvilho doce. Esta, ao ser espalhada em uma chapa ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crêpe seco, em forma de meia-lua (ou disco, como em algumas regiões). O recheio varia, mas o mais tradicional é feito com coco e queijo.
É comum também encontrar as variedades conhecidas como Beiju de Lenço, Beiju de Massa e outras, feitas em fornos das casas de farinha das comunidades rurais em determinadas épocas do ano; assim como outras variações.
O nome Tapioca é derivado da palavra tipi'óka «coágulo», o nome para este amido em Tupi e pode referir-se tanto ao produto obtido da fécula quanto ao prato em si feito a partir dele.
Nesta gravação eu escolhi quatro recheios.
Duas Tapiocas foram com recheio salgado de carne seca com requeijão e outra de queijo coalho e mais duas doces sendo uma de doce de leite e outra de cocada mole.
Vejam e reproduzam em casa, vale a pena.
Lima, Cláudia. Tachos e panelas: historiografia da alimentação brasileira. Recife: Ed. da autora, 1999. 2ª Ed.
Esta semana estive no Programa Toda Tarde e produzi algumas Tapiocas.
A Tapioca ou Beiju é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena tupi-guarani, feita com a fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, tapioca, goma seca, polvilho ou polvilho doce. Esta, ao ser espalhada em uma chapa ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crêpe seco, em forma de meia-lua (ou disco, como em algumas regiões). O recheio varia, mas o mais tradicional é feito com coco e queijo.
É comum também encontrar as variedades conhecidas como Beiju de Lenço, Beiju de Massa e outras, feitas em fornos das casas de farinha das comunidades rurais em determinadas épocas do ano; assim como outras variações.
O nome Tapioca é derivado da palavra tipi'óka «coágulo», o nome para este amido em Tupi e pode referir-se tanto ao produto obtido da fécula quanto ao prato em si feito a partir dele.
Nesta gravação eu escolhi quatro recheios.
Duas Tapiocas foram com recheio salgado de carne seca com requeijão e outra de queijo coalho e mais duas doces sendo uma de doce de leite e outra de cocada mole.
Vejam e reproduzam em casa, vale a pena.
Lima, Cláudia. Tachos e panelas: historiografia da alimentação brasileira. Recife: Ed. da autora, 1999. 2ª Ed.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Os 100 anos de Jorge Amado
Neste dia 10 de agosto de 2012 Jorge Amado estaria completando 100 anos de idade.
Em parceria com o Programa Toda Tarde, preparamos uma homenagem a este escritor brasileiro de tantas histórias.
Segundo sua filha Paloma, Jorge Amado dizia que o personagem só tinha vida se comesse.
É muito fácil encontrar cenas ao redor de mesas e dentro de cozinhas.
Paloma escreveu um livro chamado "A Comida Baiana de Jorge Amado " onde aborda a gastronomia descrita através das obras literárias do pai.
Bom, vamos trabalhar!
Esta receita também é uma boa idéia para o Dia dos Pais.
Um beijo enorme ao meu pai.
Parabéns pelo seu dia pai.
Até a próxima.
Em parceria com o Programa Toda Tarde, preparamos uma homenagem a este escritor brasileiro de tantas histórias.
Segundo sua filha Paloma, Jorge Amado dizia que o personagem só tinha vida se comesse.
É muito fácil encontrar cenas ao redor de mesas e dentro de cozinhas.
Paloma escreveu um livro chamado "A Comida Baiana de Jorge Amado " onde aborda a gastronomia descrita através das obras literárias do pai.
Em meio
às farturas literária e gastronômica, Paloma decidiu dividir o livro em
capítulos de acordo com a culinária mais típica. Foi assim que apareceram as
frigideiras, um refogado de bacalhau, camarão ou maturi, a castanha de caju
ainda verde.
"Na
Bahia se faz refogado de tudo", diz. Ela encontrou o preparo de moquecas
em quase todos romances: na última refeição de Quincas Berro d'Água, antes da
tempestade levá-lo para o mar, na recepção oferecida a Tieta em seu retorno a
Santana do Agreste ou pelas mãos prendadas de Gabriela Cravo e Canela.
Bom, vamos trabalhar!
Moqueca Baiana de Cação
Esta receita também é uma boa idéia para o Dia dos Pais.
Um beijo enorme ao meu pai.
Parabéns pelo seu dia pai.
Até a próxima.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Dia dos Pais - Entrecote com Molho de Ervas Frescas
Estamos próximos ao Dia dos Pais que neste ano vamos comemorar no dia 12 de agosto.
Estive com a equipe do Toda Tarde em uma produção especial para este dia.
Para comemorar o dia daquele que me ensinou a andar de bicicleta, a fazer os cálculos de matemática, mesmo a base de cmuito choro, a empinar pipa e até mesmo a ver as horas em um relógio feito a base de papelão com ponteiros e tudo que eu tinha direito resolvi fazer uma receita especial.
Produzi um Entrecote com Molho de Ervas Frescas.
O Entrecote corresponde à ponta do contra-filé e leva nomes diferentes em países como Estados Unidos (noix), França e Argentina (bife ancho).
Não é uma carne que vai par aa churrasqueira onde ficaria muito seca e sim para uma grelha rápida.
Devido a esta característica normalmente é servida com molhos variados.
O acompanhamento mais clássico é uma salada e batatas fritas.
Estou sugerindo uma salada e um aspargo na manteiga.
Esta gravação foi especialmente dirigida ao meu pai.
Uma abraçao Seu Nelson.
Espero que gostem.
Estive com a equipe do Toda Tarde em uma produção especial para este dia.
Para comemorar o dia daquele que me ensinou a andar de bicicleta, a fazer os cálculos de matemática, mesmo a base de cmuito choro, a empinar pipa e até mesmo a ver as horas em um relógio feito a base de papelão com ponteiros e tudo que eu tinha direito resolvi fazer uma receita especial.
Produzi um Entrecote com Molho de Ervas Frescas.
O Entrecote corresponde à ponta do contra-filé e leva nomes diferentes em países como Estados Unidos (noix), França e Argentina (bife ancho).
Não é uma carne que vai par aa churrasqueira onde ficaria muito seca e sim para uma grelha rápida.
Devido a esta característica normalmente é servida com molhos variados.
O acompanhamento mais clássico é uma salada e batatas fritas.
Estou sugerindo uma salada e um aspargo na manteiga.
Esta gravação foi especialmente dirigida ao meu pai.
Uma abraçao Seu Nelson.
Espero que gostem.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Comida Caipira - Frango ao Suco de Laranja
Oi Pessoal.
Como a maioria sabe, somos caipiras!
Aqui em Sorocaba temos uma forte influência da comida caipira na nossa gastronomia.
Ja postei alguns textos que falava dos Tropeiros na influência de pratos.
Nestes dias de inverno em que o frio vai e volta é sempre bom uma comidinha que tenha essa forte influência cairpira,bem feita, quente e comcara de comida de vó.
Gravamos uma receita de frango cozido em suco de laranja e uma rapida polenta cremosa para acompanhar.
A idéia era uma comida fácil de ser reproduzida e de baixo custo.
Pronto, usei coxa e sobrecoxa que estava em torno de R$ 4,00/kg, laranja que sepre encontramos facilmente e uma polenta que vem na cesta básica.
Para um sabor diferenciado, um pouco de gengibre no molho e um bom parmesão na polenta deixando-a bem cremosa.
Assistam e me falem se não vale a pena usar e abusar de ingredientes simples.
Abraços.
Fonte da ilustração: www.organicfields.net
Como a maioria sabe, somos caipiras!
Aqui em Sorocaba temos uma forte influência da comida caipira na nossa gastronomia.
Ja postei alguns textos que falava dos Tropeiros na influência de pratos.
Nestes dias de inverno em que o frio vai e volta é sempre bom uma comidinha que tenha essa forte influência cairpira,bem feita, quente e comcara de comida de vó.
Gravamos uma receita de frango cozido em suco de laranja e uma rapida polenta cremosa para acompanhar.
A idéia era uma comida fácil de ser reproduzida e de baixo custo.
Pronto, usei coxa e sobrecoxa que estava em torno de R$ 4,00/kg, laranja que sepre encontramos facilmente e uma polenta que vem na cesta básica.
Para um sabor diferenciado, um pouco de gengibre no molho e um bom parmesão na polenta deixando-a bem cremosa.
Assistam e me falem se não vale a pena usar e abusar de ingredientes simples.
Abraços.
Fonte da ilustração: www.organicfields.net
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Engatinhando!! O Por Dentro da Gastronomia está fazendo 2 aninhos.
Oi Pessoal!
É isso aí.
Em Festa!
O Blog Por Dentro da
Gastronomia está fazendo 2 anos.
Ainda engatinhando nesse
mundo fe informação eletrônica, mas curtindo muito o que estou fazendo.
Espero que os amigos que por
aqui passam também estejam apreciando.
Sua opinião é muito bem vinda
para o crescimento do Blog.
Não só para o amadurecimento do
Blog como também para a minha vida profissional.
As aulas começaram a
acontecer.
Primeiro no Mercadão
Campolim.
Em seguida alguns eventos
começaram a aparecer. Alguns tropeços, mas vários acertos.
Recentemente comecei uma
parceria com o Programa Toda Tarde da apresentadora Tatiana D'Andrea pelo SBT.
As aulas na casa dos alunos
também estão acontecento.
E assim a vida vai sendo
construída.
Esperem novidades para o
final deste semestre.
Enfim, estou bem feliz com o
rumo da vida.
Espero estar agradando.
Nas próximas semanas prometo
algumas modificações novidades no blog
Nada mais justo que agradecer
àqueles que direta ou indiretamente estão contribuindo com esse processo.
Um beijo enorme para a
Patrícia, Filó, Rose e Kadu. Vocês foram os meus primeiros incentivadores.Outro beijo para a Mãe, Pai e Claudia pelo carinho.
Obrigado pela parceria com o
Programa Toda Tarde. Uma abração enorme para a Tati, Flávia, Gustavo, Richard, Bruno e aos demais integrantes da equipe do programa.
Valeu Chef Valéria Castilho,
Cervejário e Bacalhau e Cia pela parceria nas aulas do Mercadão Campolim.
Um abraço enorme à Chef Maria
Ângela e ao Chef Bruno Salomão pelo incentivo.
E a todos que diariamente
elogiam e criticam o meu trabalho.
Todos colaboram para o meu
melhor.
Pronto, falei.
Até mais.
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